O rodapé quando passo meus dois pés e os teus não trazem a poeira da rua junto.
As janelas quando se abrem para o sol e o sol é o mesmo que te arde em outro lugar.
São as coisas por onde se intersectam meus desejos.
São coisas que me falam de ti antes de te conhecerem.
É minha preferência antiga por coisas redondas, por coisas robustas,
é minha aversão à vértices e assimetrias,
todas as coisas que sem saber me anunciavam que,
um dia,
eu te conheceria e te preferiria.
Não bastasse te preferir, eu te amo.
O que torna todas as coisas mais complexas
e mais sentidas.
O que dá diariamente sentido e complexidade às coisas.
Eu te prefiro e te amo. E cada vez mais, eu te conheço.
E sigo
te preferindo
e te amando
e essa combinação de sentimentos - o preferir junto ao amar,
é como um mantra que me preenche os ouvidos da alma absolutamente o tempo todo.
É um mantra que me envolve tranquila, e,
sem que necessariamente eu o ouça
me traz, de alguma forma e de algum lugar que eu não entendo
um pouquinho mais de fé na vida.
Não bastasse te preferir, eu te amo.
O que torna todas as coisas mais complexas
e mais sentidas.
O que dá diariamente sentido e complexidade às coisas.
Eu te prefiro e te amo. E cada vez mais, eu te conheço.
E sigo
te preferindo
e te amando
e essa combinação de sentimentos - o preferir junto ao amar,
é como um mantra que me preenche os ouvidos da alma absolutamente o tempo todo.
É um mantra que me envolve tranquila, e,
sem que necessariamente eu o ouça
me traz, de alguma forma e de algum lugar que eu não entendo
um pouquinho mais de fé na vida.

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