quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

é ele! é ele! são todos! 
não existe paz, senão entre os mortos.
aos vivos, resta o desajeito de um concerto sem notas previamente conhecidas
as coisas têm movimento próprio
o que se vê agora é aquilo que nunca antes havia sido visto
se o engodo te extrapola o suportável,
constrói castelos, regra sua vida 
chore todos os dias
no caminho curto da casa à rua
por saber, intimamente, que sapateia sobre o gelo fino das ideias solitariamente praticadas

diante de um sistema sem regras, não resta dúvida
nao há alquimistas, senão homens de carisma

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