terça-feira, 17 de junho de 2014
alexandria
talvez
aquele homem fosse como um filme russo que nos canta ao ouvido
preciosas fórmulas alquímicas. e talvez, para mim, nao haja escolha - e
talvez seja esse o verdadeiro mito, no final das contas. talvez eu
perceba a frase ideológica que guia minha vida na segunda página - quero
um amor fresco todos os dias. talvez eu leia em seguida um e-mail que
afirma que os nativos de meu signo dao muita importância aos sonhos.
entenderia, agora, o porquê, finalmente o porquê, de certas coisas. aqui
está. o outro tinha um plano prévio, eu nao via. eu tinha um sonho. mas
sabe de uma coisa, meu ídolo tombado? trocava o sonho por uma vida.
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